A Garota de Rosa Shocking

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Não sei se acontece com vocês, mas no inverno eu tenho uma tendência a ficar mais dark. Usar muito preto, abusar das referências rockers, urbanas, underground e góticas que eu adoro. Foi então esse sábado que eu fiquei reparando as minhas últimas produções e vi que a coisa estava literalmente preta. Ou seja, hora de dar uma pausa, um respiro. Comecei a viajar mentalmente nas minhas referências e lembrei-me de um editorial lindinho da Harper’s Bazaar inglesa de maio chamado “La vie em Rose”. O nome é referência provável à música de Édith Piaf, cantora francesa mundialmente famosa dos anos 40, que tem filme sobre a sua vida também com o título da música. Enfim, fiquei com o tal do rosa na cabeça.

Acabei batendo o olho em um blazer tipo Chanel que eu tenho e uso muito pouco e decidi aproveitar para montar algo com ele. Acabou saindo uma produção divertida, fofa e moderninha. Nada senso comum, que é o meu objetivo sempre. Fiz uma misturinha com lápis de boca marrom para o batom ficar um rosa bem escurão, quase vinho e adorei, vou repetir muito. Postei a foto no Instagram (quem ainda não segue, bora seguir: @tetechaves_) com a legenda “Pretty in Pink” referência ao filme de mesmo nome dos anos 80 que eu adoro. É um clássico super divertido, gente, assistam. Olhem como ficou:

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Nunca fui uma menina que usava rosa e tenho pouquíssimas coisas da cor em meu guarda-roupa. A cor é muito estereotipada na minha cabeça. Não sou fofa, nem menininha. Sou até muito romântica e sensível do meu jeito meio torto, meio alternativo. Mas tenho horror a essa delicadeza forçada da imagem de menina certinha ou a esse glamour meio barbie. Sério, pavor!!! Hoje em dia as mulheres são tão independentes, fortes e, claro, românticas e femininas também, mas não frágeis, ingênuas ou fúteis. Quando montei a produção queria vestir um rosa que dissesse isso. E como a inspiração funcionou para mim, quis trazer mais coisas para vocês também. Porque a cor carrega o significado que a gente dá a ela. Então… bora deixar a cor atual, interessante, intensa?

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*Editorial “La Vie En Rose” da Harper’s Bazaar inglesa, edição maio de 2013. Karen Elson, modelo e cantora inglesa, pelas lentes do fotógrafo Alexi Lubomirski.

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E aí, curtiu as inspirações?

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inspira, respira, não pira!

Gente, tava em crise. Das bravas. Não sabia se queria mais escrever o blog, que a maior parte das pessoas tem um pensamento muito diferente do meu sobre moda (e quase tudo), pensando que a informação pela informação, banalizada e “hot” “trend” ou qualquer outros desses termos já tem demais por aí não vale a pena, não é o que eu acredito e eu não estaria sendo eu mesma. Faz mais de semana que eu nem entro no painel administrativo do blog, perdi o encanto e o jeito há muito tempo com o meu próprio sonho. Tanto que está rolando Minas Trend e pela primeira vez eu tive preguiça de ir. pre-gui-ça!

 Aí acontece que eu encontrei no meu caminho o Ali. O lindo, incrível, inspirador, livre, divertido e MUSO da vida pra sempre: Ali. Ele é basicamente a definição visual e conceitual de tudo que eu amo na moda. Pode não ser perfeito, pode não agradar todo mundo, mas faz todo o sentido porque é verdadeiro. E o Ali nunca vai saber, mas ele me re-convenceu de que a vida (a moda, o blog) é muito mais legal fora da caixa. Tomara que tenha gente me lendo e que pense (ou passe a pensar) isso também.

Ali, muito obrigada. 

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Onde encontrei e a história do Ali.

O tumblr com fotos do meu, do seu, do nosso muso.

Um outro blog ÓTIMO com pessoas tão inspiradoras quanto Ali, que eu sigo há anos e erroneamente, esqueci por um tempo.

então é (quase) verão!

Apesar de parecer verão o ano inteiro, o digníssimo só chega de papel passado no dia 22 de dezembro. Como o blog estava paradão e não tivemos uma atualizada nas “tendências” resolvi fazer um post com as minhas inspirações pra esse verão.

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Nada de listinha de tem que ter, nem apostas “hot”. Só umas vontades de verão de uma fashionista desatualizada (e nem um pouquinho preocupada com isso). O mais legal de ficar um tempo sem muito espaço pra me dedicar às (poucas) reviravoltas desse nosso mundo da moda foi visualizar de maneira muito clara uma coisa forte sobre mim e meu estilo pessoal: eu gosto é da mistura. Mistura de estampa, de estilos, de texturas, de cores, de estações e de tudo que der pra misturar. Eu gosto é da diversidade. Meu coração é diverso e tem espaço para variadas estéticas. Coisa ou outra não ficam bem e podem mesmo não causar tanto agrado. Mas nunca digo nunca, estou aberta às opções. Melhor, às palpitações dissonantes do coração.

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No meu verão vai ter muito despojamento. Inspirado na peculiaridade das mulheres de Buenos Aires e seus cabelos loucos, acessórios espalhafatosos (brincos em especial), montações pouco ou nada previsíveis e na sua liberdade de vestir.

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No meu verão também vai ter inspiração étnica. Estampas e acessórios que já vinham rondando a moda há umas boas temporadas ficaram firmes por agora. No meu caso, peguei amor também na Argentina: muita, mas muita coisa tribal e étnica por todos os lados.

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No meu verão vai ter cruz. Sim, elas me pegaram. Já tenho camiseta, crucifixo e pretendo ter mais alguma coisa. Outro colar, talvez. Já faz um tempo que a moda de rua internacional apresenta essa referência que desembarcou de cheio por aqui também. É a novidade daquele estilinho mais pesado, rocker e agora um pouco gótico que nós sempre adoramos e que nunca sai do armário. De tachas e spikes já estou um pouco enojada, estou usando só minhas pulseiras. Essa onda do shortinho DIY podia passar logo, inclusive.

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No meu verão vai ter um pouco de meninice. Silhuetas soltas, babados, estampas fofas… aquele macacão do outro post já é o primeiro indício. É claro que não consigo desvencilhar a minha personalidade um tanto forte na hora de montar a produção, mas fica aquele perfume de moça risonha que enxerga com o coração. É um pouco de mim também.

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O que definitivamente não faltará será o tropicalismo revisitado. Que ganhou meu coração com Pedro Lourenço magistralmente na coleção resort de 2012. Muita folhagem, muito verde, florais geométricos, frutas e frutos, palmeiras, praias, cachoeiras e florestas. Fica ótimo com fundo ou peças pretas. Amo as peças que possuem estamparia tipo fotografia/pintura. Quero uma pra ontem. E eu gosto de usar com outras referências: rocker ou um pouco de rococó nos acessórios. O tropicalismo lida muito bem com o exagero, sabe como? Aquela hora de ousar, meu bem.

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E por fim, a maior inspiração e que me acompanha seja inverno, verão ou o que for: amor. Eu acredito no poder transformador do amor nas nossas vidas, no nosso jeito de olhar no espelho, na nossa confiança pra seguir em frente. Mas o maior poder do amor é dar poesia ao nosso olhar. Não estou falando do amor que vem de outrem e sim daquele que você deixa crescer em você permanentemente e fica ali, transbordando no seu sorriso e deixa qualquer produção maravilhosa. De maneira prática, neste verão o amor me traz vontades de cores densas, de profundidade e de personalidade na hora de vestir.

 Taí, um micro pedaço da montanha de inspiração que vem me rondando. Espero que lhes traga um nadinha de frescor também.

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Para inspirar…da galeria para a rua.

Desfiles, catálogos de marcas, editoriais em revistas, campanhas e fotos de moda de rua são excelentes inspirações e catalisadores de ideias para produções diárias. Fato. Mas nada deveria inspirar tanto quanto o que não é moda. Cada vez mais tenho me instigado com o que vejo fora do circuito industrial e mercadológico dito“fashion”. Ilustrações, fotografias, instalações, natureza, arquitetura etc. Quando passo muito tempo acompanhando “o que é moda” sinto um cansaço, uma sensação de que já vi isso tudo antes. A moda precisa de surpresa. E as pessoas se acostumaram com o contrário, com o que é previsível.

E foi descansando a mente da repetição cotidiana que um dia desses encontrei, zapeando em Tumblrs diversos, uma ilustração de Ben Newman. Linhas precisas, formas definidas, cores contrastantes e vivas, uma pontadinha de humor na criação das cenas e no jogo entre os personagens, realidade, ficção e abstração convivendo nas mesmas peças com uma imensa característica pop e acessível. Apaixonei.

Estava reparando o quanto podemos aprender com profissionais de outras áreas. Os estilistas sempre fizeram isso para criar suas coleções. Mas dá para usar no dia a dia também. Ben Newman acrescentou muito no meu jeito de ver e relacionar as cores. O trabalho e jogo que ele faz é lindo e muito forte, sejam cores neon ou pastéis. E se tem uma coisa difícil de fazer para a maioria das pessoas é justamente coordenar tons na produção. A maioria sempre vai ali, no que já é estabelecido, no que já foi aprovado.

Por isso acho que a gente tem que sair do lugar comum de inspiração “fashion’ e se inspirar em tudo a nossa volta. E o melhor é que em muitos casos nem precisamos sair da cadeira para conseguir ver coisas incríveis. Em tudo há alguma mensagem, informação, sentimento que podemos usar. É preciso abrir o olhar para novas propostas e novas formas de ser você, dentro do seu estilo, mas de maneira fresca, renovada, viva.

É bom lembrar também que inspiração e referência não são coisas imediatas, como as pessoas costumam pensar. São coisas que nos mudam e moldam aos poucos. Que percebemos e vamos usando a conta-gotas na nossa vida. Se a inspiração é verdadeira, se faz diferença a gente incorpora em quem a gente é, e claro, no que a gente veste e na moda que levamos para a rua.

Todas as imagens são ilustrações de BEN NEWMAN, espero que inspire vocês também. Ele possui inúmeras peças de ilustração e colaborações, tipografia, 4 livros publicados em 2009 e 2010, inúmeras exposições e publicações pessoais em um blog ótimo. Entre clientes de seus trabalhos estão The Tate, Selfridges, Absolut Vodka, Nokia e Lacoste.

Vele muito os clicks:

http://www.bennewman.co.uk

http://benhasapencil.blogspot.com.br/

Para inspirar… fazendo campanha!

 

Todas as temporadas são (quase) sempre assim. As grandes marcas desfilam, divulgam seus conceitos para aquela estação e pouca gente entende alguma coisa. Não é? Mas logo depois vêm as campanhas. Verdadeiras super produções incríveis que traduzem aqueles conceitos todos e as produções da passarela para imagens lindas. Aí fica fácil, fácil!

Imagem é uma coisa tão sensível, consegue nos passar tanta coisa. São cores, lugares, luzes, poses, expressões da modelo tudo formando um conjunto que tenta comunicar para os consumidores o que realmente tal marca quer dizer nessa estação. O que inspirou, que mulher é essa que eles querem vestir e transformar. Por isso eu acho que ver imagens, como eu sempre posto aqui, de street style é ótimo para o dia a dia. Mas para rebuscar mais a nossa inspiração é bom ver o olhar de quem produz moda também. A lógica da indústria criativa por traz de uma simples peça de roupa e dos sentimentos de cada estação.

Por isso eu trouxe algumas imagens ícones de campanhas do verão 2012, aqui e lá de fora, que dão bem o tom do que está acontecendo na moda no nosso verão e no que vai aparecer ainda no Hemisfério Norte. Se divirtam e se demorem para captar cada mensagem das imagens lindas e, principalmente, cheias de emoções e personalidades criadas especialmente para nós, consumidoras de moda.

 

A modelo transexual Lea T. para Blue Man

 

A leveza da moda Cantão em meio à frieza do concreto.

 

A incrível falta de clichês na Chanel e suas “esportistas” bailarinas.

 

O impacto luxuoso, cool e quase arrogante da sempre elegante Fendi.

 

A feminilidade falsamente ingênua, chique e apurada da Max Mara.

 

A modernidade, dura, rústica e altamente sedutora da Osklen.

 

O tropicalismo explícito, mas elegantemente leve da internacional Rosa Chá.

 

O romance nostálgico, duro e cheio de texturas da Valentino. 

 

Chanel e Valentino disputam meu coração fashionista nesse momento. Que campanhas LINDAS.

Gostaram?

 

E lembrando: quem ainda não se inscreveu no sorteio para ganhar um blush e um batom da Natura Faces Neon, é só até amanhã viu??? Clica aqui!

 

beijo. beijo.

Para inspirar… quem não tem colírio?

Usa óculos escuros. Mas não é qualquer par de óculos, né minha gente? Óculos de sol, para mim, é um negócio de amor. Identificação. Afinal o bichinho fica bem na sua cara e se não parecer que ele faz parte do que você é, ele não merece estar ali. Eu acho esse negócio de ter 65 óculos, um para cada roupa um crime.

Se eu tivesse muita grana eu teria vários? Não sei. Talvez tivesse alguns modelos super design para fazer uma de Ana Delo Russo de vez em quando. O meu falecido óculos favorito era um modelo Chilli Beans do Wayfarer 2(Ray-ban) e eu o conservei em quase todas as minhas produções por 3 anos. Não precisava de outro. Amava o bichinho e quase não usava meus outros óculos. Ele fazia sentido, entende?

Então sugiro que você ache o seu parceirão, aquele que você realmente se acha linda quando usa.  E para facilitar vou dar umas sugestões atuais e interessantes do que está rolando de estiloso por aí, já que o verão está batendo na porta e os dias ensolarados aqui nos trópicos não descansam quase nunca. Já cansou daqueles modelões que todo mundo tem, só mudam o endereço, a marca e as cores? Então chega mais, que você vai se divertir.

 

A turma dos quadradões deu uma renovada. Procure um modelo moderno com cores ou um com carinha retro-chic (mais legais).

 

Os modelos gatinha vieram com a onda sessentinha e se instalaram. Tem como não achar incrível?

 

Definitivamente os estilosos da vez são os redondinhos. Uma fufura só.

Para quem gosta mesmo é de ser diferente, aposte em um com formatos incomuns, que estão reinando graças à Prada e seus vários lançamentos de babar.

Como já deu para reparar o material mais presente e democrático é o acetato. Em diversas cores, opaco ou com transparência. Os modelos (quero ser)tartaruga também vieram fortes e estão presentes em quase todas as coleções.

Em termos de marcas, acho que isso vai do bolso de cada um. Lá fora tenho amado a Karen Walker e recentemente a Elisabeth and James. Nacionalmente a Absurda tem feito muita coisa legal e as lojas de departamento tem investido direitinho, dá para encontrar muita coisa interessante e o preço lá em baixo.

 

Acho que a gente tem que ter uns 2 ou três de cores diferentes, mas todos refletindo seu estilo, mesmo que seja a última tendência.

O meu queridinho foi-se e eu tive que achar outro amor. Não queria comprar outro parecido e depois de muito pensar e experimentar, o substituto veio. Um modelo gatinha (de leve) que caiu como luva no formato do meu rosto e tem uma mistura retro-estiloso que me atrai muito. Estou amando.

 

Tenho outros 2 e um deles foi um achado vintage. E por achado eu não quero dizer em um brechó incrível. Minha tia achou na casa de praia dela e o dono nunca apareceu. Depois de muitos anos órfão eu o acolhi. Outra super paixaozinha que eu quero que dure muiiito nas minhas produções diárias!!!

 

Os modelos das fotos são o Dad e o Daddy. Os cachorrinhos fofos que ganhei do meu pai no meu primeiro ano em BH, há mais de 6 anos atrás. Ele disse que era para me fazer companhia e eles fazem até hoje. =)

Para inspirar… trabalhando com cores.

Inspirada pela minha calça social difícil, resolvi postar umas imagens (nada)formais. Se todos os escritórios tivessem mulheres vestidas assim e não de preto de cima a baixo, o mundo seria mas feliz. Ei você, mocinha do trabalho formal, colora sua vida!

 

 

Porque seriedade e competência não tem nada a ver com o seu estilo, copiou?

 

beijo.

Para inspirar… lenço, cachecol, echarpe, xale, pashmina etc.

Depois do vídeo das 25 maneiras de usar lenços da Wendy acho muito difícil alguém ainda ter dúvidas de como variar nas formas de amarra-los. Mas além disso ainda tem o fator coordenação com o resto da produção né? Para mim esse acessório é uma escolha de caso pensado, sempre pra dar um tcham! Por isso eu separei uns jeitos básicos pra hora de montar o visual no dia-a-dia. Como a peça mais próxima e que liga o lenço ao resto da roupa é a blusa o raciocínio é feito com ela, mas se estende a toda a produção.

 lenço, cachecol, echarpe, xale, pashmina etc LISOS:

Exarpe lisa colorida + blusa colorida

1º – cachecol de malha liso + suéter de tricô liso: mix de texturas

2º – blusa de paetê glamour + cachecol liso de tricô simples: mix de pesos

cachecol de lã rústico + camiseta rock: mix de estilos

 lenço, cachecol, echarpe, xale, pashmina etc ESTAMPADOS:

Estampa + Cor: lenço estampado de cores neutras + camisa colorida

Estampa + Estampa: hora de brincar muito pra coordenar!

Estampa + Brilho

Estampa + Clássico: estampa rock/descolada com camisa clássica e mais formal

Deu pra entender??? É fácil e não deixa a gente errar. Vai treinando!

Para inspirar… alegria de vestir!

As imagens para inspirar hoje são de pessoas que mostram poesia nas imagens… um sorriso, uma vontade de fazer loucurinhas que nunca nos permitimos por pensar demais no que os outros vão pensar. Imagens que dizem: se joga!!! (Mesmo que a pose tenha sido milimetricamente calculada =p)

Para inspirar… cintura, cinturinha, cinto

Essa é uma tentativa desesperada de tirar as moscas de cima desse blog, tadinho!! Me ajuda?  Haha! =) O Post sai a pedido de dona Renata Gibson – a mocinha responsável pelo visual do blog.

Cinto é uma coisa tão legal e faz tanta diferença que eu fico triste de ver pouca gente usando na rua, pelo menos usando direito. Tem que observar cor, material, acabamentos, detalhes, texturas. Mas há um detalhe mais fácil de comparar na composição do visual: a largura do cinto. Basicamente são três.

Cintão

Os cintos largos e super largos são definitivamente poderosos e nunca serão apenas um mero detalhe. A maneira mais atual de usá-los é com vestidos levinhos e saias de cintura alta, é um contraponto pesado e de personalidade.

As brasileiras gostam muito de usar na altura do quadril com blusas mais compridinhas, mas cuidado para não cair no senso comum, é um bom tentar fazer algo diferente que valorize a produção. Outro perigo é que ele chama atenção para a área do quadril e dá uma alargada visualmente, por isso é melhor para as mais magrinhas.

Cinto

O modelo tradicional, ou médio, anda mais sumido por ser mais “normal”. Na verdade o charme dele é justamente esse: não ser demais nem de menos. É um bom complemento que pode chamar atenção se você quiser. Para usar com calça ele é o melhor com certeza. Dá o charme final e se usado em cor contrastante com o resto da produção pode ficar mais interessante.

Deslocando do lugar tradicional na calça ele marca bem a cintura e chama atenção sem pesar. Experimente por cima dos casacos do inverno  com comprimento abaixo da linha do quadril.

Cintinho

Os cintinhos são a vedete atual. Coloridos, estampados, metalizados e principalmente em tons caramelo. Ficam melhores na cintura e com amarrações diferentes. São bons para fazer a silhueta feminina de forma sutil e mais charmosa sem dividir o corpo ao meio. Eles são o detalhe que muda tudo. Sabe quando você pensa que tá faltando alguma coisa? Então… é o cintinho (haha nem sempre)! Experimente com calças de cintura alta, camisa (seda, branca, estampada etc) e saltão.

Já escolheu sua fivela pra hoje?