Minha produção: cropped de festa

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Sábado passado eu tive uma rara oportunidade de evento social para poder me arrumar mais. Fui a um casamento e queria usar um top cropped que comprei ano passado para um outro evento, mas queria fazer uma composição completamente diferente da outra vez (havia usado com uma saia preta longa de fenda e acessórios em tom chumbo, clica pra ver!). 

Optei por transformar um vestido longo que eu já tinha em uma saia em tons que favoreciam um alongamento do meu corpo. Já que eu sou baixinha e a saia tem mais volume, esse detalhe foi importante. Como era só uma convidada normal não precisei mais do que um bom brinco dourado (amo esse, ele tem cara de joia de família antiguinha) e anéis. A carteira é aquela mais tradicional em cobra metalizada e ficou bem neutra. O make com brilho suave e tons de nude. Cabelo com um coque mais clássico que eu mesma fiz (até postei o teste no facebook, vocês viram?).

Hoje em dia é muito dispendioso comprar uma roupa para festa, então sempre tento dar uma atualizada em coisas que eu já tenho e usei uma vez ou pouco mais. Sugiro que façam isso também. Quando somos só convidados, vale a pena muitas vezes investir só em um acessório mais transformador ou fazer ajustes em peças antigas e não gastar um dinheirão em um evento de uma noite. Fica a dica.

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P.S.: gente, demorou, mas agora eu tenho Instagram e vou sempre atualizar com coisas minhas por lá. Quem quiser seguir é o: @tetechaves_

Unha Feita: a nova coluna do blog!

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Ei pessoal, tem novidade no blog e eu estou muito feliz de poder compartilhar com vocês. Temos uma colunista agora que vai postar semanalmente sobre unhas, esmaltes e nailart. Convidei em janeiro, mas só agora que conversamos e decidimos iniciar. =/ Carlinha, uma amiga e colega durante a faculdade e sempre posta no Instagram e Facebook unhas ótimas. O que eu mais gosto é que ela que faz tudo, aprende sozinha, se aventura sem medo e pra mim isso é que é uma inspiração de verdade. Eu amo esmaltes, mas ainda preciso correr muito pra alcançar ela.

Bem vinda Carla, é um prazer dividir esse espaço com você! =D

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Olá! Meu nome é Carla, sou Relações Públicas e apaixonada por unhas! Meu vício começou por volta dos 12 anos de idade, quando passei pela primeira vez um esmalte vermelho. Na semana seguinte passei um preto. E desde então não passo uma semana sem trocar a cor. Na verdade, 7 dias é muito! Eu sempre fiz minha própria unha e com o tempo fui aprendendo que é possível brincar com cores, formas e quebrar tabus. Hoje tenho uma “coleção” de mais de 100 esmaltes. Entre eles cores que eu mesma inventei, misturando um pouquinho de um, um pouquinho de outro, sempre em busca do tom ideal.

Já ouvi muitas vezes que sou doida, que esmalte tem que ficar pelo menos 5 dias, que é desperdício ou que estou perdendo tempo. Mas a verdade é que não há terapia melhor para mim que sentar com minha caixa de manicure e passar horas e horas brincando de fazer unha.

Muitas das minhas experiências com esmaltes já estão em meu instagram e a partir de hoje, me junto a minha amiga Tetê para dividir com vocês minhas novas tentativas, assim como minhas impressões sobre alguns produtos e materiais. Confiram que toda semana eu passo por aqui para mostrar a unha da semana e dar algumas dicas!

Para começar, essa semana resolvi tentar uma unha que tinha visto há muito tempo no Pinterest mas sempre encontrava outra para fazer e acabei me esquecendo. Essa semana resolvi apagar umas fotos do meu celular e lá estava o quebra-cabeça preto e branco.

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Para fazer essa nailart não precisei de muita coisa:

– Base de Tratamento Colorama com Pró Vitamina B5 e Cerâmica

– Esmalte Colorama “Batida de Coco”

– Esmalte Risqué “Preto Sépia”

– Fita crepe

– Tesoura

– Pincel para fazer bolinhas ou palito de dente

Gosto muito do “Preto Sepia” pois ele tem a consistência ideal para fazer nailtart sem borra. Ele é um preto bem forte, com bastante pigmento e fácil de aplicar. O branco, como sempre, é um pouco mais difícil. Não chega a ser chato para aplicar como o “Braco Puríssimo” da Risquè mas também não é tão pigmentado. Comecei passando a base e 3 camadas do “Batida de Coco” (sim, precisou disso tudo para ficar um branquinho uniforme). Deixei a unha secar por quase uma hora (não confio nessas bases de secagem instantânea)

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Confesso que quase desisti do quebra-cabeça e deixei a unha apenas quadriculada, mas aí lembrei que estou enrolando há muito tempo e resolvi terminar!

Uma dica: não passe base extra-brilho ou secante logo em seguida. O esmalte ainda está úmido e ao passar a base o esmalte preto pode borrar no branco. Caso queira um brilho a mais, aguarde uns 20 minutos.

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Essa foi minha primeira dica! Semana que vem tem mais. Para ver outras experiências, siga meu instagram @carlacamposbsiqueiraAceito também sugestões e desafios!!!

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Anne Fontaine: bons clássicos na C&A

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Ontem foi lançada mais uma coleção especial da C&A, uma das diversas parcerias com estilistas que eles estão fazendo sempre. Mas essa tem um diferencial muito bacana e eu quis trazer para vocês. Anne Fontaine, a estilista da vez, é uma brasileira radicada em Paris que cria uma moda sóbria, elegante, baseada em peças clássicas e atemporais com bossa e qualidade. Ela acredita em uma moda que pautada no estilo e na harmonia e que passa longe dos estereótipos de revistas e publicações de moda e tendências. E essa é a primeira vez que as suas badaladas peças parisienses desembarcam no Brasil. Apesar de ser daqui a sua marca própria ainda não vende no País.

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A coleção é predominantemente clássica, com detalhes e trabalhos que diferenciam e modernizam peças. As produções, como visto nas fotos acima, são super parisienses, elegantes e com a dose certa de feminilidade. A boa notícia? Quase todas podem ir direto para um ambiente de trabalho mais formal. Algumas peças são essenciais em qualquer armário, como uma boa camisa branca, terninho preto, sobretudo e casaquetos de tricô. São itens que podem também dar aquele efeito Hi-Lo que falei no último post, já que acompanhados de peças mais casuais fazem uma harmonia “casual chic”. Para quem está precisando dar uma up na área de peças atemporais do guarda-roupa, vale super uma visita à C&A. Os acessórios também estão bem bacanas, seguem a mesma linha das roupas e são fáceis de incorporar. Abaixo as minhas escolhas (só clicar que abre o slideshow):

Ainda não fui pessoalmente para dar minhas impressões pessoais, mas tenho uma dica que acho importante. Essas coleções normalmente são um pouco mais caras do que as outras peças da loja, claro. Então, para você ver se realmente vale, indico dar uma olhada na etiqueta de tecidos e descobrir se as peças são primordialmente em tecidos naturais (algodão, seda, lã e linho), que são peças que normalmente vão durar mais e suprir a compra do quesito “clássico”. Algumas peças bem feitas e com boa aparência em tecido sintético são aceitáveis (sobretudos, peças de couro ecológico, calças). Se não tiver bom corte, caimento, acabamento e tecidos que compensem o valor, é melhor comprar em uma outra loja de boa qualidade, pois mesmo que saia um pouco mais caro você terá certeza de que a peça vai ser produtiva no seu armário por muito tempo.

Aqui em BH a coleção estará disponível apenas em 2 lojas:

BH SHOPPING – Rodovia BR-356, Nº 3049 – Lojas BH-1 e NL-1 – Belvedere CENTRO – BH – Rua Goitacazes, 182 – Centro

Para consultar disponibilidade em outras cidades é só olhar aqui.

P.S.: não sei se eu já falei aqui, mas para ver as imagens em tamanho um pouco maior é só clicar com o botão direito e selecionar “abrir imagem na nova guia”. Aí dá para ver melhor alguns detalhes.

Traje obrigatório: diversão com glamour

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Você sabe o que é um “dress code”? Em tradução literal, um código de vestir. E nas entrelinhas acrescenta-se: código social e/ou profissional de vestuário para cada situação, evento e locais de nossas vidas. Esse código pode ser particular, como quando descrito no convite de uma festa; permanente, como cerimoniais governamentais ou determinados locais de trabalho; ou convencionados, que são os casos em que você sabe que deve se vestir de determinada maneira, mesmo que não esteja descrito em nenhum lugar, simplesmente porque as pessoas ao longo do tempo se habituaram a frequentar tal local em uma maneira de vestir comum. Esses códigos estão em praticamente todas as situações da nossa vida e seja por respeito ou para ser respeitado, é sempre bom seguir essas regrinhas (in)visíveis.

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O que eu venho notando é que ocasiões de lazer, casuais e despojadas têm cada vez mais aumentado o nível de “arrumação” necessário. Explicação? O que me parece é que a moda, com informação muitíssimo democratizada através da internet, têm ampliado as marcas e opções, elaborado mais nas criações, gerado cada vez mais desejos e ampliado o potencial de consumo. Isso significa que as pessoas têm comprado mais e mais peças “desejo”, acessórios elaborados e isso não pode ficar no armário esperando uma ocasião mais legal para ser usado. Então elas têm sido incorporadas ao cotidiano, baladas, café com amigos, festas vespertinas etc.

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Acho que essa coisa de visual despojado, chique mas usável, hi-lo – nos bons casos – virou mesmo um dress code contemporâneo. Vejo que em tempos de “look do dia”, facebook e instagram o que tem importado para as mulheres por aí é sair bem na foto e de preferência com uma das tendências da vez. Isso é ruim? Sim e não. Eu tenho váaaarias críticas a alguns comportamentos desse tipo, mas adoro ver as pessoas se arrumando mais no dia a dia e procurando estar com um visual legal em qualquer hora e lugar. Pessoas sendo mais criativas na hora de escolher a roupa e se preocupando mais com peças mais trabalhadas, que valorizam o design de moda. É claro que ainda não é a maioria das pessoas e dependendo do lugar talvez você pareça “arrumada demais”. Mas e daí? Se o fato de a moda “estar na moda” for o responsável por essa mudança de comportamento e do dress code do cotidiano, tanto melhor. A moda, mesmo que vá muito muito além disso, também é criar desejo, impacto e esbanjar glamour. É a parte divertida e fútil da coisa toda e que se usada e entendida na medida certa, só deixa a vida mais bonita e a autoestima lá em cima.

Então, minha dica de hoje é: não ligue de estar “arrumada demais”. Divirta-se na hora de se arrumar, seja criativo, use o potencial de seu guarda-roupa e está tudo certo! ; )

minha produção: calça pantalona

Ei pessoas, um beijo pra todos vocês nessa sexta linda! =) A produção de hoje é um incentivo à calças que não sejam jeans. Desde que comprei essa pantalona de tecido preta ela tem sido um coringa importante no meu armário. Já fui em reunião formal em São Paulo com ela, apresentação para grupo de empresários e outras ocasiões de trabalho, aniversário de amigo, igreja, jantar e nesse dia aí da foto, só saí pra resolver umas coisas na rua e fui ver umas pessoas. A peça é boa quando você consegue usar em diferentes níveis de formalidade. Significa que você tem um trânsito bom com ela dentro do guarda-roupa e que ela dialoga com muitas outras peças.

Para passar ela pro nível casual, investi na camiseta e sandália rasteira. O toque de cor ficou por conta da bolsa e do colar de pedra roxo. E para finalizar o cinto, que animou o encontro da camiseta com a calça e não deixou monótono. Esse lenço enrolado na alça da bolsa é um truque bobo que eu amo e faz diferença no efeito final. Ficou do jeito que eu gosto para o dia a dia: muito confortável, fresco e charmoso. Aprovado?

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Camiseta e bolsa: C&A – Calça: loja Chocolate (centro de GV)

Colar: presente – Óculos: Riachuelo – Cinto: da minha mãe

Você é mais bonita do que pensa!

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É com essa frase que termina um dos vídeos comerciais mais reais e construtivos dos dias atuais. Vídeo que foi lançado essa semana e chama: “Dove Retratos da Real Beleza”. É claro que não deixa de ser publicidade, não deixa de ser estratégia pra você comprar um produto. Mas o fato de alguém ter decidido fazer isso usando o sentimento de mulheres e não com construções midiáticas e imagens de Photoshop já é incrível de alguma maneira. Essa não foi a primeira boa peça da Dove, mas definitivamente foi a mais verdadeira. O conceito é brilhantemente simples e arrebatador: nós somos muito mais duras conosco do que as outras pessoas. E isso pode ir desde o normal e útil pra nos impulsionar até um nível não saudável, depressivo e negativo.

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 Hoje eu olho pra mim e, apesar de ter muito mais “defeitos” do que há alguns anos atrás e ter engordado vários quilos, tenho me achado muito mais bonita nos dias de hoje. Bonita no sentido inteiro e isolado, não no comparado. E a entrada da moda e do estilo na minha vida tem tudo a ver com isso. Eu não me comparo mais com ninguém, nem o corpo e nem a cabeça. Tenho trabalhado dia a dia em descobrir quem EU sou, do que EU gosto de vestir, pensar, falar, ouvir, trabalhar e viver. E já faz um tempo que a opinião de outras pessoas sobre a minha “beleza” realmente não me importa. Amo, amo e amo ser elogiada, claro, e isso é uma demonstração de que minhas escolhas pra mim estão refletindo positivamente. Mas isso deixou de definir minha posição sobre mim mesma, mesmo que ainda existam várias coisas que eu queira mudar. Eu parei de tentar ter a imagem que a maior parte das pessoas gostam para ter a imagem que pelo menos uma pessoa gosta e muito: eu mesma.

No final das contas só tem um jeito de ser bonita de verdade: sendo a melhor versão de você mesma. A questão da moda e do estilo passa diretamente no caminho da autoestima na nossa vida e na constituição da nossa própria visão de quem somos. Para desenvolver um estilo pessoal, usar a moda a nosso favor e transmitir as mensagens corretas sobre nós para o mundo é preciso antes ter uma imagem clara e coerente de si. Uma visão que mostre quem você quer ser, o que te faz feliz e o que é relevante pra você. Isso é muito importante, gente! Cada escolha de vestuário que você faz reflete o que você pensa sobre você. Cada vestido que você escolhe pra ir na balada e cada calça jeans que te leva à faculdade.

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Agora para um minuto e pensa se a pessoa que você parece ser é a pessoa que você é. Se não for, está na hora de se olhar no espelho com mais leveza e procurar um caminho de alegria e bem estar que vai substiruir tudo que você tem usado para disfarçar a pessoa única que você é. A pessoa que tá escondida aí dentro é muito mais bonita e especial do que todas as outras que você tem tentando ser. Vai por mim.

P.S.: pra quem não viu o vídeo, ta aí. É lindo.

Abra o olho!

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Adoro truques fáceis que fazem algum efeito visual e o mundo da beleza é o paraíso de coisas assim. Um deles é o tal do lápis bege! Eu sempre vi maquiadores e experts em beleza usarem e nunca dei muita ideia. Aí um dia desses fui fazer um make com um delineado grossinho e batom vermelho e pra não pesar queria “abrir” o olhar. Lembrei do lápis bege e não é que a coisa funciona muito? Eu sou morena, cabelo, cílios e olho muito escuros e formato do olho pequeno. Ou seja, meu olho sempre some com qualquer pouquinho de maquiagem mais escura. Reparem na make da Lana (Musa) Del Rey aí em cima como o olho dela, que também é pequeno, fica destacado.

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Além de “abrir” o olho, dá uma iluminada lindinha na maquiagem e uma aparência descansada, leve. O bom é que o truque pode ser usado na maquiagem do dia a dia, porque é bem discreto, diferente do lápis branco que fica meio dramático (alguém usa isso ainda?). Maquiadores indicam usar na linha d’água junto a um olho mais preto para não deixar o olho pequeno demais e usar lápis ou sombra escura na linha abaixo dos cílios. Para uma maquiagem menos trabalhada também tem a dica de passar um pouquinho de rímel nos cílios inferiores aumentando o contraste com o lápis e abrindo mais ainda o olho.

Olhem abaixo imagens com e sem o lápis bege e depois a diferença de enfeito entre os três tipos de lápis (branco, bege e preto).

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Quer comprar o seu? Pesquisando vi que muitas marcas com preços bem acessíveis (de R$5,00 a R$30,00) já tem suas versões. Algumas delas para vocês procurarem: Vult, Natura Faces, Boticário (duo da linha Intense), L‘acqua di fiori, Duda Molinos, Dailus e Contém 1g. 

*Imagens: The Beauty Department, Coisas de Diva e reprodução.

cintura em alta: os (maxi) cintos da vez

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Acessórios maxi e super elaborados já são mainstream: colares, brincos, anéis e pulseiras todas já temos e amamos. A novidade cool do glamour maxi ficou então sob responsabilidade dos cintos. O que eu chamo de “statement belts” são cintos com muita personalidade, sejam recheados de pequenos detalhes ou somente com uma fivela de respeito. Pra ser statement não basta ser grande ou chamativo, tem que ser trabalhado, incrementado, abusado, ter a voz alta e falar pela produção inteira.

Não tem jeito de ficar básica com eles. O que interessa é acrescentar borogodó a um visual simplificado ou mais sóbrio (adoro quando usado com roupas de trabalho mais tradicionais). Ou você pode mostrar à que veio e elaborar com muita mistura uma coordenação daquelas de parar o trânsito. Vai bem com um vestido de festa e também com um jeans.

O cuidado é o mesmo de todos os outros acessórios maxi: tem que segurar a mão nas outras peças pra deixar o amigo reinar soberano ou fazer um composè com outro acessório da mesma linha, só pode escolher um: ou o brinco, ou o colar ou as pulseiras. Prefiro o brinco porque fica “longe” e distribui melhor o glamour entre a produção.

Uma dica muito importante é que esse tipo de cinto é chamativo e normalmente largo e vai criar um corte expressivo na sua silhueta, seja na cintura ou no quadril. Então evite criar outras linhas horizontais e sempre que a produção já tiver muito volume, prefira cintos tom sobre tom com a roupa ou em cores análogas (próximas).

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O badaladinho cinto apache da marca Lily Sarti:

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A bicharada realmente ganhou de longe na produção de cintos assim:

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Várias inspirações para você ficar de olho:

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De resto, é só se divertir porque eles são uma ótima companhia fashion.

minha produção: mistura urbana

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Quase que eu não posto essa produção aqui, porque eu fiquei com uma cara super esquisita nas fotos e uns cabelos fora de lugar. Eu e minha grande habilidade/naturalidade de modelo: só que não mesmo!  Mas eu supero, porque esse dia tem uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida: misturar estampas. E gostaria de dizer a vocês: não tenham medo, nem preconceito, pois é testando que se aprende. Usei pra sair com a família no domingo de páscoa aka aniversário da minha mamis DIVA. Não fiquei muito satisfeita com a rasteira, ela destoou bem do resto da composição, mas era a única que eu tinha levado e estava muito quente.

Detalhe 1: a saia é na verdade um vestido longo que eu dobrei a parte de cima pra dentro. Truquezinho de estilo super útil da tia Tetê pra vocês!

Detalhe 2: repararam que é camuflado? Última tendência que eu coloquei por aqui. Quando comprei, nem tinha nada de tendência… só queria um vestido fresco e solto.

Detalhe 3: Essas peças e a mistura de estampas dão caminho para vários estilos, como eu pesei nos acessórios, ficou algo mais urbano. Mas poderia ter uma cara mais praia/natural ou mais glam. O gosto (e o estilo) é do freguês!

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Regata: Zara – Saia/vestido: Varejão das Fábricas  (Governador Valadares)

Bolsa: Feira Hippie BH (milênios atrás) – Colar e brinco: Achados

Pulseiras: Achados e presente – Rasteira: Sonho dos Pés

Anéis: Pisom (loja da minha tia Neide em GV e eles custam 5 dinheiros cada, ou seja, corram lá agora! Fica na Rua Pedro II, esquina com a Marechal perto do Teatro Atiaia. Vou fazer um post lá um dia pra vocês verem se não é o paraíso das coisas legais e super baratas!)

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inspira, respira, não pira!

Gente, tava em crise. Das bravas. Não sabia se queria mais escrever o blog, que a maior parte das pessoas tem um pensamento muito diferente do meu sobre moda (e quase tudo), pensando que a informação pela informação, banalizada e “hot” “trend” ou qualquer outros desses termos já tem demais por aí não vale a pena, não é o que eu acredito e eu não estaria sendo eu mesma. Faz mais de semana que eu nem entro no painel administrativo do blog, perdi o encanto e o jeito há muito tempo com o meu próprio sonho. Tanto que está rolando Minas Trend e pela primeira vez eu tive preguiça de ir. pre-gui-ça!

 Aí acontece que eu encontrei no meu caminho o Ali. O lindo, incrível, inspirador, livre, divertido e MUSO da vida pra sempre: Ali. Ele é basicamente a definição visual e conceitual de tudo que eu amo na moda. Pode não ser perfeito, pode não agradar todo mundo, mas faz todo o sentido porque é verdadeiro. E o Ali nunca vai saber, mas ele me re-convenceu de que a vida (a moda, o blog) é muito mais legal fora da caixa. Tomara que tenha gente me lendo e que pense (ou passe a pensar) isso também.

Ali, muito obrigada. 

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Onde encontrei e a história do Ali.

O tumblr com fotos do meu, do seu, do nosso muso.

Um outro blog ÓTIMO com pessoas tão inspiradoras quanto Ali, que eu sigo há anos e erroneamente, esqueci por um tempo.