Estilo Pessoal e Moda: o que você pensa sobre isso?

Hello, strangers!

Bom, como informava o post anterior o blog ficou sem receber atualizações por um bom tempo. Por descompassos pessoais, crises existenciais com a moda e o formato padronizado dos blogs, por não querer ser mais um e por falta de tempo e ect etc etc que não cabem aqui.

Fato é que eu sinto falta de ter meu espaço pra escrever e depois de muito tempo pra pensar e pesquisar eu decidi que ele vai voltar em breve, mas com outra proposta, outra cara, outra abordagem, mais eu e você, menos do que não faz parte das nossas vidas. O que me interessa agora são as mulheres e homens reais. Pessoas que batalham contra o espelho todos os dias, que tem medos e dificuldades parecidas em muitos casos, mas que são únicas em personalidade, vida e estilo.

Para entender melhor essas pessoas e poder ajudar de verdade e produzir conteúdo útil e próximo das nossas realidades, estou realizando uma pequena pesquisa sobre as percepções em assuntos de vestuário, moda e estilo e as dificuldades que cada um tem no dia a dia.

E preciso MUITO da ajuda de vocês!
 

É anônimo e nem precisa ter intimidade com o assunto pra responder. Se você usa roupas para sair de casa já está habilitado a responder.(rs) Piadas ruins à parte, o link para respostas é esse:

http://goo.gl/forms/vu39G1xoiw

Post_Pesquisa1

Já agradeço de coração a ajuda e adianto que irei retribuir com muito amor e ótimos desejos  de uma vida plena, feliz e estilosa a todos que responderem!

​Um abraço e beijo.beijo.​

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minha produção: é short ou é saia?

Então, hoje eu mereço uma briga de vocês. Podia ter tirado a foto enquanto estava claro, mas só fui lembrar (e criar coragem – morro de vergonha) quando já estava indo embora e de noite. Ou seja, as imagens não estão boas. =/ As fotos são da sexta passada, saí com uma amiga para um passeio vespertino agradável e acabamos agregando mais alguns e emendando até a noite. Tava um calor absurdo e eu pensei em uma coisa descontraída e confortável (sempre). Queria sair com esse short-saia e o All Star tie-dye e pra não ficar menina demais escolhi alguns itens mais pesados e equilibrei. Apesar do short ser soltinho ele é curto, então preferi que a blusa fosse mais comportada. Como a maquiagem tava bem levinha, dei uma incrementada com um batom rosa bem vivo lindo que eu estou apaixonada (conto em outro post). O resultado foi uma pegada bem lazer mesmo.

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 Blusa: Zara – Short-saia: Renner

Crucifixo: usurpado da minha tia (ele deve ter uns 20 anos)

Tênis: All Star – Bolsa: presente, mas sei que é de SP

 

O que acharam? =p

 

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minha produção: fui ali ver o sol

Eu sei que os dias têm sido muito quentes e o sol não deu trégua em fevereiro (pelo menos aqui em BH), mas por mim que seja assim até 21 de março, início do outono. Eu adoro aquela luz toda, céu azulzão e uns algodões doces fingidos de nuvens: tudo junto se derramando sobre a terra. Amo olhar pra cima e ver o contraste das folhas verdes das árvores contra o azul infinito. É das coisas que mais gosto de ver na vida. Sou tipo criança ando olhando pra cima, admirando e sendo feliz com a minha pequenez diante de tudo.

A produção de hoje é na verdade de dezembro, estava perdida aqui. Mas foi feita em um desses dias abençoados de sol e por isso coloco de inspiração para o final de semana: o de vocês e o meu. A coordenação tem as várias características que eu amo: solto do corpo, feminino, acessório forte, mistura de cor e adequado para várias situações de um final de semana normal, seja durante o dia ou à noite.

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Blusa: C&A – Saia: Renner – Rasteira: Sonho dos Pés

Bolsa: comprada em SP – Colar: eu que fiz =p

Óculos: não lembro, mas é de uma loja de departamento também

P.S.: eu sei que nunca coloquei de onde são minhas coisas, nem gostava da ideia. Mas algumas pessoas já me falaram que é legal ver como eu me visto de maneira barata e que era pra eu compartilhar. Então, aí vai. Vocês vão ver que é tudo bem barato mesmo, não pago caro em nada porque não tenho money e porque sei que dá pra achar mais barato em outro lugar. Quase sempre são de lojas de departamento ou achados por aí.

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Dia-a-dia: produção nº24

Quem tava com saudade das produções no MEC? \o/ Eu! Amo demais montar essas produções.

Semana: ah, se eu estivesse no Rio… Haha Enquanto a fashionistada nacional se esforça na montação para aparecer nas fotos do Fashion Rio, eu fico aqui a imaginar uma produção que usaria se estivesse no Rio em pleno verão novamente. Oh cidadezinha pra ser apaixonante, por mim morava lá! Enfim… saiu isso ó:

 

Primeira lição do Rio: o calor é infernal e muito úmido. Nenhuma roupa será fresca o suficiente. Então tudo que é soltinho, com pele a mostra e de tecido natural funciona melhor. Para dar o tcham um óculos redondinho atual e um maxi-colar de pedras. Bolsa cabe-tudo e de alça comprida é mais versátil para o dia e a alpargata é a coisa mais confortável que eu já calcei nos últimos anos (não tiro a minha do pé) e deixa tudo mais fofo.

Pra mim é um visual perfeito e à prova do Rio no verão de dia e à noite. Dava até para se aventurar lindona e mais natural pelos corredores do Fashion Rio…

 

beijo. beijo.

Perfil de esportista: reciclar, reinventar, renovar…

Tem uma atividade na vida que para mim é tão irritantemente chata quanto é produtiva: guardar roupa. Eu nunca posso achar que vou guardar rapidinho antes de fazer outra coisa. Eu nunca fiz isso. Porque por mais que eu postergue o ato, eu sei que uma vez iniciado será um momento lindo de enxurrada inspiracional. Não entendeu?

Pois é… a lôca aqui quando vê aquele monte de roupa junta em cima da cama, abre o guarda-roupas e as gavetas para enfim colocar tudo no lugar quando começa a ver mentalmente combinações que poderiam dar certo. Tipo eu olho para a blusa dentro da gaveta viro e olho para a saia na cama e falo… óquebeleza! Pois é, um transtorno pessoal.

E eu experimento tudo. E quanto mais experimento, mais a coisa flui e no final um milhão de roupas em cima da cama, muito mais do que tinha antes para guardar. E você deve estar se perguntando: tá, e porque eu preciso saber disso? Simples… porque para mim todo mundo tinha que achar o seu momento de loucura pessoal.

Eu não tenho tempo para nada e muitas vezes cansada arrumando para ir trabalhar ou para ir na Pós, não ocorre nada, NADA. É aí que esse momento de loucura salva, porque já tinha um monte de coisa raciocinada e eu fico muito feliz de colocar cada uma delas em prática. Então aquela desordem completa que eu fiz e o tempo que eu gastei a mais são muito proveitosos. Além de me divertir horrores, eu descubro mais possibilidades do meu guarda-roupa e enxergo mais as coisas que tem lá dentro. Porque se a gente não tenta usar as coisas que estão lá paradinhas há tempos, vai continuar usando as mesmas coisas todos os dias. A última vez que fiz isso, desenterrei duas blusas que não usava há mais de ano e misturei com coisas novas e ficou ó-te-mo. Acho sempre o máximo conseguir fazer isso e faço constantemente!  =)

Muita gente reclama que não sabe combinar, não tem inspiração, que não sabe comprar e que as roupas ficam lá encalhadas. MENTIRA. Talvez você ainda não tenha encontrado seu momento de loucura, aquele que te deixa mais confortável e feliz lidando com as suas roupas, sem ter que pensar ‘tenho que sair agora, com que roupa eu vou???”. Então, dois desafios pra vocês:

1) Experimente as coisas do seu guarda-roupa. Sem preconceito. Mistura mesmo, tenta umas coisas que você acha que só ia ficar bonito em outra pessoa e que você normalmente não usaria. Inspiração é olhar e prática, tem que tentar. E tentar muito.

*pense sempre que a mesma peça pode ser usada com mil outras. E só com isso aí em cima, dá pra sair mais coisa.

 

2) Tente usar as coisas que estão encalhadonas. Cada vez que você olhar para uma mesma peça terá um olhar diferente sobre ela. Eu garanto. Hoje você não conseguiu, mas amanhã talvez dê. Se nunca der, é porque comprou errado mesmo. Doe para quem precisa. Mas experimenta antes com todo o resto do seu guarda-roupa. Ok?

1, 2, 3 e… JÁ! Se joga.

 

Imagens: The Coveteur

Que espetáculo: couture fast fashion, existe?

Como ando tendo pouquíssimo tempo para me atualizar como gosto(tá sentindo a tristeza aí?), fiquei sabendo tarde da coleção de Giambattista Valli para a gigante americana Macy’s. É o quarto estilista colaborador das coleções cápsula chamadas de “Impulse” e antes dele vieram Matthew Williamson, Kinder Aggugini e ninguém menos que o badalado Karl Lagerfeld, com coleção lançada em agosto.

Para falar a verdade nunca prestei muita atenção nele, mas algumas coisas me chamaram atenção no estilista e a primeira foi a dignidade dessa coleção. Isso mesmo: dignidade.  Com apenas 17 peças ele não usou a rede fast fashion para fazer caricaturas “populares” de suas peças (como está fazendo Donatela Versace em coleção para a H&M). Porque isso me irrita muito nas zilhões de coleções recentes de estilistas em parceria com grandes redes. Peças pioradas e mal feitas que lembram de longe o DNA do criador.

É muito claro para todos que há grandes limitações quando se produz para lojas assim, mas alguns estilistas chegaram ao cúmulo do brega em suas coleções.  Não significa trazer o seu DNA para o modo “povão”, significa recriar seu design e identidade em peças mais baratas. Sentiu a sutileza? Eu enxergo assim pelo menos.

Não tenho pessoalmente muito do estilo de Giambattista, mas, além de sua óbvia competência no mundo fashion, acho que ele tem estilo próprio, sabe? Não é do tipo que preza pela inovação, contudo constrói peças muito interessantes e que dialogam com a mulher atual de uma forma linda. Não é sobre o que a gente vai usar amanhã, mas sobre a poesia e caos que vivemos hoje. Eu amo ver o vanguardismo, o novo e todas as loucuras que a criatividade humana consegue transformar em artes vestíveis, mas não acredito que moda seja só isso. Do outro lado estão estilistas como ele, que fazem a gente se sentir bem, segura, sexy, bonita… e acima tudo únicas. Porque ele não faz mais do mesmo.

Ele ainda tem outro trunfo: consegue fazer uma coleção quase que só com a cansadíssima estampa de leopardo/oncinha com um frescor e desejo absurdos. Como é uma marca do estilista tinha que ter e ele conseguiu se livrar de uma dor de cabeça. As peças “folhadas” eu acho incríveis, além das outras com tom mais sério que fazem um contraponto em relação às estampas e cores fortes, atingindo várias personalidades femininas. Algumas peças são muito parecidas com algumas de coleções passadas dele, inclusive. Preferidinhas? Taí Ó:

Alguém manda esse vestido de oncinha aqui pra casa faz favor??!

Essa saia também!

Notaram a paixonite que eu desenvolvi por ele? Enfim… a coleção começará a ser vendida dia 26/10 e as peças vão de U$50 a U$150. Bom né? Pena que não tem aqui.

Quer conhecer mais do estilista? Sugiro de coração:

Site Oficial – ÓTIMO!

Entrevista com Suzi Menkes (a saber, melhor editora de moda atual)

Última coleção desfilada em Paris

 

Imagens: Fashionista 

Coisa de Homem: do rock, os rockeiros.

Tá… nem tão rockeiros assim. O festival de música Eclético in Rio teve um pouco de tudo, inclusive Rock. Depois do frenesi provocado pelo evento, vamos aproveitar do extenso conteúdo que este construiu. Eu aqui, vou de imagens.

Os rapazes estavam desprestigiados neste blog e por isso um post de retorno com bastante informação. Nada melhor do que um artista com a emoção do Rock in Rio para liberar umas boas inspirações para as mentes monótonas do dia a dia. Feito o convite então: vai, dá uma ousadinha nesse visual rapaz!

Alguns estilos no RiR:

Arnaldo Antunes: faz o estilo alternativo pop debochado intelectual. Adoro ele, totalmente foda. Ele tem uma consciência linda de sua personalidade e obra musical e sabe compor maravilhosamente tudo isso com seu visual de palco.

Lenny Kravitz: pop pseudo cult estiloso que se acha. Mas ele tem direito, porque nele esse jeitão faz todo sentido. Se você achar que tem também e gostar de umas roupas mais largadas, ele sempre usa lenços e echarpes que ficam ótimas, pele à mostra em regatas e camisetas de golas cavadas. Enfim… tem que ter corpo, umas tatuagens também cairiam bem e uma atitude sexy despojada.

Chris Martin: aaaah… o Chris Martin. O vocalista do Coldplay exala uma áurea difícil de explicar. Uma coisa despretensiosa, que não tá nem aí, mas tem também uma coisa cult e uma rigidez, uma doçura no jeito de olhar. O minino é complexo e isso é muito bom. O visual transpassa muito isso. No show a roupa tinha uma onda militar, com camiseta mais podrinha e os instrumentos com interferências gráficas e escritos compunham a cena. Parece também com a sua música, ele parece sentir intensamente cada segundo do show.

Dá para inspirar fácil. E se você fizer isso com o que você faz e vive? Misturar um pouco da confusão da sua cabeça e dos seus sentimentos no seu jeito de agir e se expressar. Vai dar rock.

(Para meninas: pára, respira… 1,23 e) Adam Levine: sexy appeal debochado cool. Ele faz uma cena, faz uma cara, uma dancinha. Tem total controle do efeito que sua imagem causa nas fãs e isso não diminui em nada o talento e a qualidade do som. Bom né? Para inspirar em Adam tem que ter muito mais que aquele corpo mignon e barriga sarada pra usar calça skinny e baby look.  Tem que ter conteúdo, carisma, autoconfiança de sobra e investir muito no personagem.

Sergio Vallin: me acho gostoso, tenho cara de mau e toco bem. uahuah Muito comum esse estilo e quando bem usado até dá certo. Caso do guitarrista do Maná. O engraçado dessa banda é o tipo de música e a cara dos músicos. Sergio não tem cara de que toca “Como quisiera poder vivir sin aire”. Por isso atrás dessa carcaça toda aí de cafajeste pegador, ele deve ser um romântico apaixonado. E isso faz um sucessinho com muita mulher.

Como não vai dar pra eu dissecar cada um deles, abaixo um compilado de imagens semidescritas:

James Valentine: nerd boyfriend tímido fofo.

Jorge Drexler: latino certinho romântico cool (não dá pra ver, mas ele estava com um Nike verde-limão botinha, no tornozelo)

David Fonseca: quero ser um músico estiloso e descolado, mas  sou sério.

Agora chega né? Já deu pra entender que tudo vem de dentro. O estilo, principalmente para um artista, é uma mistura daquilo que se é, daquilo que se gostaria de ser e daquilo que os outros querem ver. Não no sentido de vestir o que sua namorada quer, mas nós criamos expectativas em relação ao nosso comportamento que devem seguir uma certa coerência de personalidade, até mesmo quando a gente faz uma mudança radical.

No fundo todo rockeiro gosta de fazer cara de mal, tem vontade de parecer super cool e cafajeste, mas na verdade tem o coração mole e uma vontade louca de amar. Por isso esse ritmo é tão incrível e multifacetado.

Obs.: todas as imagens são do flikr do Rock in Rio, que está muito legal inclusive.

Para inspirar… trabalhando com cores.

Inspirada pela minha calça social difícil, resolvi postar umas imagens (nada)formais. Se todos os escritórios tivessem mulheres vestidas assim e não de preto de cima a baixo, o mundo seria mas feliz. Ei você, mocinha do trabalho formal, colora sua vida!

 

 

Porque seriedade e competência não tem nada a ver com o seu estilo, copiou?

 

beijo.

Dia-a-dia: produção nº20

Esse visual começou a ser traçado quando eu estava pensando no que vestir hoje. Estava com preguiça das minhas calças e cismei que tinha que usar uma que estava aposentada há uns 2 anos. Ela é estilo social, sabe? De tecido cinza e modelagem reta. E aí pegou… porque ela estava esquecida justamente por parecer meio careta e eu sempre achei difícil usá-la. Muito raciocínio, inspiração e olha no que deu:

 

 

 

Fui trabalhar mais ou menos assim hoje. A ideia era coool + tomboy + feminino.  Ou seja, uma onda moderninha com algo do guarda-roupa masculino e um pouquinho de feminilidade, pra não ficar caricato. O moderninho é a mistura de estilos MUITO diferentes. O tomboy é calça alfaiataria + oxford. O feminino é o floral + o uso das cores como o rosa. Nem precisa de muitos acessórios para complementar né?

 

E aí, o que acharam?

 

beijo.beijo.

Etcétera: você conhece as Vogue Dolls?

A Vogue Itália é de (muito)longe a melhor dentre todas as suas irmãs. Muita arte, ilustração, história, conceito e criação de conteúdo e imagem de moda. Assim como a própria moda, ela é permeada por uma profusão de outros temas que a tornam mais um produto cultural do que uma revista fashion simplis(ta)mente, no sentido vazio e pejorativo da palavra em inglês.

 

 

Há algum tempo eu descobri por lá, além dos milhões de conteúdos ótimos, as “Bonecas Vogue”. Não tem muitas informações sobre elas, mas aqui vai o que eu consegui pesquisar(muito). As moçoilas são 5 – Bea, Sofia, Clara, Lily, Fanny – têm estilos diferentes e são apresentadas com styling da vogue representando apostas de tendências e imagens de moda. A maioria dos “Look Del Giorno” ou looks do dia tem referências para o dia e noite, trocando apenas sapato e bolsa. As descrições é que são ótimas e cheias de referências.

 

 

 

Ontem foi publicada a quarta “edição” das dolls, que teve sua primeira aparição em 1 de julho deste ano. Desta vez são 15 produções e todas tem indicações das marcas de cada peça utilizada. As ilustrações estão na seção de Shopping e são uma forma mais lúdica e sensível de apresentar o consumo de moda, sem escrever tem que ter isso ou compre aquilo, como na maioria das publicações de moda.

 

 

 

 

As fofuras são ilustradas pela artista e designer Rebecca Moses, colaboradora assídua da revista e que tem um livro – A Life of Style: Fashion, Home, Entertaining – sobre como desenvolver um estilo pessoal de forma inventiva e espirituosa. Vale a pena ver.

 

 

 

 

Abaixo estão links para você ver todas as 4 publicações das Vogue Dolls. A revista possui visualização em Inglês e Italiano.

 

Vogue Dolls 1

Vogue Dolls 2

Vogue Dolls 3

Vogue Dolls 4