Minha produção: uma não, várias!

Ei, gente! Sumi essa semana por causa nobre, mas vou postando na medida do possível. Eu nunca sumo totalmente da Fan Page do Blog (curte lá, que vamos nos falando!), nem do meu perfil pessoal (eu não adiciono quem eu não conheço pessoalmente, mas para acompanhar minhas publicações é só “seguir” e assinar meu feed) e nem do Instagram. Como eu não posto nenhuma produção há um tempinho, fiz uma seleção e trouxe umas que achei no meu celular e as que eu coloquei no Instagram recentemente pra vocês verem e eu dar uma alôzinho aqui! Vocês vão ver que já tá quase tudo bem de outono/inverno mesmo, porque São Pedro resolveu provar que me ama e mandou o frio para BH. Woohoo! Pra vocês se inspirarem para o feriado:

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vestido soltinho + jaqueta furadinha + colete jeans

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short jeans soltinho + suéter que era do meu irmão + bolsa cobra + all star botinha

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macacão fofo soltinho + jaqueta de couro biker + carteira cobra + sapatilha bailarina

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calça floral cigarrete + cor na blusa e bolsa coordenando com a calça + colete jeans

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calça de cobra + túnica + jaqueta de couro biker + colar de corações + bolsa de techas

Não foi pro Instagram, mas eu adorei usar:

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blazer compridinho + short boyfriend + all star tie dye + bolsa com tachas

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camisa sem manga + colar sob a gola + cinto tressê (meu amigo de todas as horas)

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saia longa + regata compridinha + maxi cardigã+ echarpe + colares

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saia tulipa pink + blusa malha de tricô + colar de pedras + óculos antiguinho

E aí, o que acharam? Qual preferiram? Me acompanha no Instagram (@tetechaves_) que eu estou postando mais produções por lá! Eu juro que volto já! =P

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Traje obrigatório: diversão com glamour

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Você sabe o que é um “dress code”? Em tradução literal, um código de vestir. E nas entrelinhas acrescenta-se: código social e/ou profissional de vestuário para cada situação, evento e locais de nossas vidas. Esse código pode ser particular, como quando descrito no convite de uma festa; permanente, como cerimoniais governamentais ou determinados locais de trabalho; ou convencionados, que são os casos em que você sabe que deve se vestir de determinada maneira, mesmo que não esteja descrito em nenhum lugar, simplesmente porque as pessoas ao longo do tempo se habituaram a frequentar tal local em uma maneira de vestir comum. Esses códigos estão em praticamente todas as situações da nossa vida e seja por respeito ou para ser respeitado, é sempre bom seguir essas regrinhas (in)visíveis.

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O que eu venho notando é que ocasiões de lazer, casuais e despojadas têm cada vez mais aumentado o nível de “arrumação” necessário. Explicação? O que me parece é que a moda, com informação muitíssimo democratizada através da internet, têm ampliado as marcas e opções, elaborado mais nas criações, gerado cada vez mais desejos e ampliado o potencial de consumo. Isso significa que as pessoas têm comprado mais e mais peças “desejo”, acessórios elaborados e isso não pode ficar no armário esperando uma ocasião mais legal para ser usado. Então elas têm sido incorporadas ao cotidiano, baladas, café com amigos, festas vespertinas etc.

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Acho que essa coisa de visual despojado, chique mas usável, hi-lo – nos bons casos – virou mesmo um dress code contemporâneo. Vejo que em tempos de “look do dia”, facebook e instagram o que tem importado para as mulheres por aí é sair bem na foto e de preferência com uma das tendências da vez. Isso é ruim? Sim e não. Eu tenho váaaarias críticas a alguns comportamentos desse tipo, mas adoro ver as pessoas se arrumando mais no dia a dia e procurando estar com um visual legal em qualquer hora e lugar. Pessoas sendo mais criativas na hora de escolher a roupa e se preocupando mais com peças mais trabalhadas, que valorizam o design de moda. É claro que ainda não é a maioria das pessoas e dependendo do lugar talvez você pareça “arrumada demais”. Mas e daí? Se o fato de a moda “estar na moda” for o responsável por essa mudança de comportamento e do dress code do cotidiano, tanto melhor. A moda, mesmo que vá muito muito além disso, também é criar desejo, impacto e esbanjar glamour. É a parte divertida e fútil da coisa toda e que se usada e entendida na medida certa, só deixa a vida mais bonita e a autoestima lá em cima.

Então, minha dica de hoje é: não ligue de estar “arrumada demais”. Divirta-se na hora de se arrumar, seja criativo, use o potencial de seu guarda-roupa e está tudo certo! ; )

minha produção: calça pantalona

Ei pessoas, um beijo pra todos vocês nessa sexta linda! =) A produção de hoje é um incentivo à calças que não sejam jeans. Desde que comprei essa pantalona de tecido preta ela tem sido um coringa importante no meu armário. Já fui em reunião formal em São Paulo com ela, apresentação para grupo de empresários e outras ocasiões de trabalho, aniversário de amigo, igreja, jantar e nesse dia aí da foto, só saí pra resolver umas coisas na rua e fui ver umas pessoas. A peça é boa quando você consegue usar em diferentes níveis de formalidade. Significa que você tem um trânsito bom com ela dentro do guarda-roupa e que ela dialoga com muitas outras peças.

Para passar ela pro nível casual, investi na camiseta e sandália rasteira. O toque de cor ficou por conta da bolsa e do colar de pedra roxo. E para finalizar o cinto, que animou o encontro da camiseta com a calça e não deixou monótono. Esse lenço enrolado na alça da bolsa é um truque bobo que eu amo e faz diferença no efeito final. Ficou do jeito que eu gosto para o dia a dia: muito confortável, fresco e charmoso. Aprovado?

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Camiseta e bolsa: C&A – Calça: loja Chocolate (centro de GV)

Colar: presente – Óculos: Riachuelo – Cinto: da minha mãe

inspira, respira, não pira!

Gente, tava em crise. Das bravas. Não sabia se queria mais escrever o blog, que a maior parte das pessoas tem um pensamento muito diferente do meu sobre moda (e quase tudo), pensando que a informação pela informação, banalizada e “hot” “trend” ou qualquer outros desses termos já tem demais por aí não vale a pena, não é o que eu acredito e eu não estaria sendo eu mesma. Faz mais de semana que eu nem entro no painel administrativo do blog, perdi o encanto e o jeito há muito tempo com o meu próprio sonho. Tanto que está rolando Minas Trend e pela primeira vez eu tive preguiça de ir. pre-gui-ça!

 Aí acontece que eu encontrei no meu caminho o Ali. O lindo, incrível, inspirador, livre, divertido e MUSO da vida pra sempre: Ali. Ele é basicamente a definição visual e conceitual de tudo que eu amo na moda. Pode não ser perfeito, pode não agradar todo mundo, mas faz todo o sentido porque é verdadeiro. E o Ali nunca vai saber, mas ele me re-convenceu de que a vida (a moda, o blog) é muito mais legal fora da caixa. Tomara que tenha gente me lendo e que pense (ou passe a pensar) isso também.

Ali, muito obrigada. 

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Onde encontrei e a história do Ali.

O tumblr com fotos do meu, do seu, do nosso muso.

Um outro blog ÓTIMO com pessoas tão inspiradoras quanto Ali, que eu sigo há anos e erroneamente, esqueci por um tempo.

Escondidas na selva de pedra! #inverno2013

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A poucos dias do início cronológico do outono, começo hoje a apresentar as tendências mais fortes que devem desembarcar nas ruas este ano. Novidades??? Não, nenhuma! O que não deixa de ser bom para aproveitar as roupas que já temos no armário. Hoje vamos de camuflagem, derivação da tendência militar que nos persegue há um bom tempo. É possível que você tenha alguma peça já no armário, lembrança de uma festa à fantasia talvez?! Já vimos aos montes no inverno do hemisfério norte e ela é boa pra dar uma cara masculina para a produção.

Como usar? As peças certeiras são a parka (esse casaco que parece saído da guerra e roubado do namorado) ou uma calça de sarja justa. As cores para usar junto sem erro são: preto, branco, cáqui ou caramelo, vinho e mostarda. Adoro misturado com algum detalhe em onça e/ou com jeans. Fica lindo com outras peças levinhas e mais românticas. Aliás é uma tendência boa de super contrastes, outro super moderno é com peças mais glamourosas, com brilho, cara de festa sabe como? É um hi-lo dos bons. Então vamos de inspirações?

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E aí, a camuflagem vai te pegar? Tou na dúvida ainda.

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minha produção: fui ali ver o sol

Eu sei que os dias têm sido muito quentes e o sol não deu trégua em fevereiro (pelo menos aqui em BH), mas por mim que seja assim até 21 de março, início do outono. Eu adoro aquela luz toda, céu azulzão e uns algodões doces fingidos de nuvens: tudo junto se derramando sobre a terra. Amo olhar pra cima e ver o contraste das folhas verdes das árvores contra o azul infinito. É das coisas que mais gosto de ver na vida. Sou tipo criança ando olhando pra cima, admirando e sendo feliz com a minha pequenez diante de tudo.

A produção de hoje é na verdade de dezembro, estava perdida aqui. Mas foi feita em um desses dias abençoados de sol e por isso coloco de inspiração para o final de semana: o de vocês e o meu. A coordenação tem as várias características que eu amo: solto do corpo, feminino, acessório forte, mistura de cor e adequado para várias situações de um final de semana normal, seja durante o dia ou à noite.

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Blusa: C&A – Saia: Renner – Rasteira: Sonho dos Pés

Bolsa: comprada em SP – Colar: eu que fiz =p

Óculos: não lembro, mas é de uma loja de departamento também

P.S.: eu sei que nunca coloquei de onde são minhas coisas, nem gostava da ideia. Mas algumas pessoas já me falaram que é legal ver como eu me visto de maneira barata e que era pra eu compartilhar. Então, aí vai. Vocês vão ver que é tudo bem barato mesmo, não pago caro em nada porque não tenho money e porque sei que dá pra achar mais barato em outro lugar. Quase sempre são de lojas de departamento ou achados por aí.

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dia-a-dia: o dilema da roupa de trabalho

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Eis que oficialmente a temporada de veraneio acabou e o ano ficou sério. Agora nos resta trabalhar, estudar e esperar pelos feriados. Mas e aí, seu guarda-roupa está pronto para voltar/começar o trabalho? Esse post vai para tentar ajudar uma amiga que começou em uma empresa nova na segunda e com um clima completamente diferente do que ela estava acostumada. Agora o traje é um pouco mais formal e ela não pode mais usar jeans. Tá em uma situação parecida? Sem ideias para a roupa de trabalho? Anote então as dicas e inspire-se.

 Para começar a montar um bom guarda-roupa de trabalho é preciso ter em mente: você precisa de mais partes de cima do que de baixo (em média 5:1); as partes debaixo devem ser o mais versáteis possível; ao optar por peças inteiras (vestidos e macacões) prefira os mais básicos, com cortes simplificados, que não marquem muito na memória; tenha poucos e bons acessórios mais sofisticados que coordenem com várias peças; tenha pelo menos um bom blazer de corte clássico e em cor neutra (preto, branco, cinza, marinho ou cáqui).

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Tá começando do zero como a minha amiga? O melhor é iniciar com um investimento entre 3 e 5 peças de baixo, vai depender do seu orçamento. Sugestões não tediosas e fáceis de usar: uma calça de alfaiataria de cintura média (NUNCA cintura baixa) tipo cigarrete terminando na altura do tornozelo ou levemente mais curtas; uma pantalona de tecido com cintura média e corte reto; uma saia de cintura alta rente ao joelho, abaixo do joelho, ou longa.

As cores podem ser neutras ou escuras e até uma estampa mais sóbria vale (listras, poás, grafismos etc), o importante é coordenar com no mínimo 5 outras peças do armário. É sempre bom que uma delas seja preta, mas não compre todas pretas. Apesar de lindo, evite sempre a parte de baixo branca, pois suja muito no durante o dia e você pode precisar estar apresentável às 17h, em muitos casos é levemente transparente e exige um cuidado redobrado e encarde mais rápido e você pode perder a peça mais rápido do que outra.

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Quanto às partes de cima, nem sempre as empresas exigem camisaria e então fica mais fácil. Sempre que quiser ir com uma regata de algodão ponha um bom colar, cinto e leve o blazer para o caso de aparecer uma reunião. Quando for comprar novas, dê preferência para peças em tecido, não malha, e com modelagens versáteis e que possam ser usados para dentro ou fora da calça e com cintura alta. Varie entre modelos ajustados e mais soltos, estampados e lisos. Já que as partes de baixos serão mais sóbrias, ouse um pouco mais nas cores de camisas e blusas.

Acho que as principais dicas são essas e espero que possa ajudar alguém. E abaixo estão váaaarios looks ótimos para quem trabalha com esse nível intermediário de formalidade. O importante é lembrar que roupa de trabalho não tem que ser tediosa, mesmo uma mistura de básicos sempre fica linda se houver um esforço a mais: um colar, um cinto etc. Misture e experimente para vislumbrar as possibilidades que seu armário esconde. Alguma dúvida sobre esse ou outro assunto??? Pode postar nos comentários que eu respondo com outros posts. =D

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(ana)crônicas do estilo: por onde eu começo?

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Não sei se vocês sabem (lembram-se), mas eu sou consultora de estilo. Ou personal stylist, como queiram. E foi ao longo do tempo, sempre opinando e dando dicas para família e amigos que eu percebi que era boa nisso. Nisso de entender melhor o que as pessoas precisam e querem sem que o meu gosto interfira. Dar dicas aos amigos, além de estudar, acabou sendo uma forma de aprender a entender as necessidades das pessoas e a ver como elas lidam com o próprio vestuário e estilo. Gostaria de voltar a compartilhar um pouco do que aprendi, dicas e estratégias com vocês aos poucos.

Para início de conversa quero comparar o estilo com a atividade física, o que faria do consultor de estilo um personal trainer. Ter “estilo” (no amplo sentido da palavra) é um exercício diário de autoconhecimento e observação do outro. Assim como a atividade física exige manutenção constante, cuidados diários, aprender fazer as coisas no tempo certo, de acordo com a sua rotina, personalidade e limitações.

A gente sabe que o exercício físico não é algo que muda o corpo do dia para a noite. Pois então, nem o estilo pessoal.  Existe a fase de início, de transição, de consolidação e de manutenção. (Quase) Nenhum guarda-roupa pode mudar completamente de maneira rápida. A não ser que você seja a rica sortuda do pedaço. Nós mortais temos que malhar o nosso rendimento mensal pra fazer ele render, então você não troca tudo de uma vez nem vira outra pessoa num piscar de olhos. Não é nem legal fazer isso, quase uma agressão à própria personalidade. Malhar (o corpo e o estilo) exige tempo, dedicação e os resultados vem com o passar dos dias em uma mudança gradual e natural. E normalmente são muito satisfatórios, faz qualquer uma se achar a última batatinha do pacote quando encontra um espelho. Quer coisa melhor?

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Como começar? Simples. Comece por você.

Quem é você? O que você faz e qual a sua rotina? Com que tipo de pessoa você trabalha? Com que tipo de pessoa você convive socialmente? Que tipo de lugares você frequenta? O que você gosta de vestir? Quais são as suas prioridades?

Respondendo com consciência a essas e outras perguntas sobre você e sua vida  surgirão as respostas de quais são as suas reais necessidades, a que tipo de situação você deve se adequar e que traços de sua personalidade são definidores do seu estilo.

As palavras de ordem são identidade e adequação: uma não pode abandonar a outra. Você tem que se vestir de acordo com sua personalidade, mas você deve se adequar às limitações que sua vida profissional e social ora impõem. Não tem erro se tiver bom senso.

beijo. beijo. um final de semana leve e ensolarado para todos nós. =D

 p.s.: o nome (ana)crônicas foi escolhido com duas referências. A palavra anacrônico, que remete a algo fora de seu contexto temporal e que por isso tem tudo a ver com o estilo pessoal, que não é algo volátil, como a moda e deve ser transportado conosco ao longo do tempo. E crônicas que são textos leves que tratam de assuntos cotidianos da vida das pessoas e para mim o estilo sem dúvida deve fazer parte desses temas. 

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cheio de textura

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É tudo culpa da Alexa Chung. Depois dela os cabelos curtos e médios ganharam ondas leves, volume, textura e um bagunçadinho milimetricamente calculado. E claro bombou nos quatro cantos do planeta. Poderes de uma “It Girl” (odeio essa expressão, é patética!). Aqui no Brasil o embaixador desses cabelos é o famoso Marcos Proença, responsável pelas madeixas de Julia Faria (adoro!) e Flávia Alessandra.

Para mim é o cabelo do momento e se eu não tivesse tido tanto trabalho para deixar o meu crescer, cortaria agora. É lindo, feminino, moderno, sexy e fica bem com quase todos os tipos de rosto. O tamanho pode variar do bem curto a um pouco abaixo da linha do ombro. Eu acho mais interessantes as versões com a base reta e partido ao meio ou com franjinha reta. Difícil, claro, é manter. Vocês não acharam que elas nasceram com essas ondinhas maravilhosas, né?

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Para uma produção mais caprichada vale o esforço do babyliss e no dia a dia os produtinhos de volume e fixação são mais práticos. Vale: mousses, pomadas, pó texturizador (o produtinho desejo do momento!) etc. Para quem não curte o difusor do secador e quer ser mais prática, aplique um produto específico para volume de sua preferência logo após a lavagem e depois de pentear “amasse” o cabelo com as mãos e deixe secar naturalmente. Não pode pentear depois, use somente os dedos para ajeitar. Quem tem o cabelo pesado (tipo o meu!) tem que investir em produtos com alguma fixação também e ter paciência. Mas o resultado é lindão e vale a pena!

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Curtiu? Imprime uma das montagens de inspiração do post e leva para o seu cabeleireiro djá!

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sua liberdade em um beco sem saída

“Você é livre, mas em sua mente, a liberdade está em um beco sem saída. No final do dia e da noite todos nós queremos mais”

É mais ou menos isso que todos vivem, especialmente as mulheres. Nossa liberdade está presa em um mundo que nos sufoca entre o certo e o errado. Nesse primeiro editorial o Moda Esporte Clube, além de inaugurar a loja online do clube, quer trazer ainda uma visão, um conceito. Quer representar mulheres que querem mais para si com base no que são realmente e não no que os outros querem ou esperam que elas sejam.

Este Clube quer fazer parte da vida de mulheres que têm coragem para dizer não.

Que não querem parecer nada ou ninguém.

Que sabem o que querem ou, mesmo que não saibam, querem descobrir sozinhas.

Que não precisam se completar e sim acrescentar o que realmente é importante.

Que preferem ver (e viver) o que existe além do socialmente aceitável.

Mulheres que não se satisfazem em ser apenas mais uma.

E que não se vestem como apenas mais uma.

Modernas. Independentes. Fortes. Inteligentes. Conscientes. Interessantes. Reais.

Independente do estilo: Moda Esporte Clube!

Curta. Comente. Vista. Compartilhe. Faça parte!

facebook.com/modaesporteclube.mec

 

As fotos do editorial estarão aqui amanhã e o álbum completo no Facebook.

Produção Geral: Moda Esporte Clube – Tetê Chaves (facebook.com/tetechaves)

Fotografia, filmagem e produção de vídeo: Mauro Torres (facebook.com/mauro.torres.56)

Produção de Moda: Tetê chaves

Maquiagem: Fabiana Magalhães

Modelos: Lorena Pedrosa e Juliana Silva

Trilha: Many Moons de Janelle Monáe (faz par perfeito com o conceito do editorial!)