Estilo Pessoal e Moda: o que você pensa sobre isso?

Hello, strangers!

Bom, como informava o post anterior o blog ficou sem receber atualizações por um bom tempo. Por descompassos pessoais, crises existenciais com a moda e o formato padronizado dos blogs, por não querer ser mais um e por falta de tempo e ect etc etc que não cabem aqui.

Fato é que eu sinto falta de ter meu espaço pra escrever e depois de muito tempo pra pensar e pesquisar eu decidi que ele vai voltar em breve, mas com outra proposta, outra cara, outra abordagem, mais eu e você, menos do que não faz parte das nossas vidas. O que me interessa agora são as mulheres e homens reais. Pessoas que batalham contra o espelho todos os dias, que tem medos e dificuldades parecidas em muitos casos, mas que são únicas em personalidade, vida e estilo.

Para entender melhor essas pessoas e poder ajudar de verdade e produzir conteúdo útil e próximo das nossas realidades, estou realizando uma pequena pesquisa sobre as percepções em assuntos de vestuário, moda e estilo e as dificuldades que cada um tem no dia a dia.

E preciso MUITO da ajuda de vocês!
 

É anônimo e nem precisa ter intimidade com o assunto pra responder. Se você usa roupas para sair de casa já está habilitado a responder.(rs) Piadas ruins à parte, o link para respostas é esse:

http://goo.gl/forms/vu39G1xoiw

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Já agradeço de coração a ajuda e adianto que irei retribuir com muito amor e ótimos desejos  de uma vida plena, feliz e estilosa a todos que responderem!

​Um abraço e beijo.beijo.​

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Por onde andei: em busca do café perfeito

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Esse post fala de um outro tipo de moda: a do café. Aos poucos as cafeterias-lounge-bar estão crescendo em número, ampliando o cardápio e entrando nas opções noturnas cults. É notável a explosão de cafeterias e aumento da exploração cultural das mesmas pela cidade (BH). Há 4 semanas venho percebendo isso na prática, desde que uma turma de amigos resolveu variar pelas cafeterias e até agora o saldo foi muitíssimo positivo. Bebemos bem e experimentamos vários tipos de café, comemos muito muito bem. O clima é sempre intimista e agradável, nada de muito fuzuê e barulho. E ponto extra: vai ser difícil achar um carinha chato te paquerando como aconteceria em uma bar, pois o público é mais interessante.

Começamos, não intencionalmente ainda, indo certamente ao lugar que mais vou em BH, o Café com Letras. Uma vez lá resolvemos variar a cada semana e já passamos pelo BenzaDeus, Café Biografias e o último, na quinta passada, o Pelé Arena (minha indicação de hoje!).

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O Pelé Arena Café e Futebol é de uma franquia paulistana em crescimento e está localizado no Shopping Estação BH, na Av. Cristiano Machado. Por ser dentro de um shopping pode parecer estranho, mas fica em um canto com uma varanda grande, se você não tivesse que andar pelo shopping para chegar lá nem perceberia. Outra grata surpresa foi o Shopping, tendo andado apenas um pedacinho fiquei muito bem surpreendida e vale a “lonjura”, mas isso é assunto pra outro post.

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Tomei um Café Avelã (R$6,00) de-li-ci-o-so e comi Mini Tapioca de Carne de Sol (R$4,50) muito gostosa. Achei barato e bem servido. O atendimento é bom, o cardápio também e o local bastante agradável. Alguns amigos experimentaram o café carro-chefe da casa, o 1958 e gostaram muito. Achei a receita em uma matéria da Folha e compartilho aqui porque dá pra fazer uma versão em casa. Vamos tentar? \o/

“1958”

Ingredientes

– 30 ml de café expresso

– 50 ml de base de chocolate (1 lata de leite condensado;1 lata de leite e 6 colheres (sopa) de chocolate em pó)

– creme de avelã (Nutella) para decoração

Modo de preparo

 A montagem começa com os 30ml de café expresso (em casa opte por um café mais forte), depois passe generosamente a Nutella na borda da xícara e acrescente a base de chocolate previamente feita (como eu não gosto de muito doce faria com cacau em pó ou chocolate em pó, não achocolatado). Polvilhe canela à gosto por cima.

Serviço

Pelé Arena Café & Futebol

Cafeteria, bar temático de futebol, sanduiches, drinks e chopp gelado.

Av. Cristiano Machado, 11833

Seg – Sáb: 10:00 – 23:00 / Dom: 12:00 – 22:00

Já foram em alguma delas? Alguém sugere uma cafeteria para essa semana?

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Etcétera: pausa para futilidades

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Quem aí é fã de séries? Quase todo mundo que eu conheço acompanha pelo menos uma na TV ou online e quantidade de opções são de explodir qualquer espaço disponível em um computador. Eu normalmente acompanhava umas 3 ou 4 no máximo. E gosto de umas séries bem “pausa para momento mulherzinha”, sem nada a me acrescentar que não sejam ótimos e inspiradores figurinos e a manutenção da esperança por um príncipe encantado ma-ra-vi-lho-so. Era exatamente por isso que adorava Gossip Girl. Mas aí acabou, né? Bem bizarro inclusive.

Tive que procurar outra série para chamar de minha. Como adoro a Rachel Bilson desde The O.C. acabei caindo em Hart Of Dixie. Que é exatamente o oposto da vida glamourosa de Manhattan, mas com o mesmo estilo de personagens e figurino lindo lindo. É uma série super ingênua, romantiquinha e politicamente correta. Ou seja, já amo e assiti a 1ª e a 2ª temporadas (episódios que já existem) em um piscar de olhos. E depois de ver o Wade (quase choro toda vez que ele entra em cena), nem sinto mais falta do Nate e do Dan.

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A história é de uma médica, Zoe Hart, de New York, primeira da classe na formatura que recebe um estranho convite para trabalhar como clínica geral em Bluebell, uma cidadezinha no Alabama, sul dos EUA. Ela recusa, óbvio, mas quando termina a residência em cirurgia e perde sua bolsa para se especializar em cirurgia cardíaca acaba indo parar em Bluebell. E lá a história se desenrola com Wade, Lavon, George e Lemon, cheia de eventos tradicionais engraçados, comédia romântica, lições de moral adolescentes e situações engraçadas e fofas. É bem bobinha mesmo, leve.

Eu AMO o figurino porque tem toda uma áurea retrô tradicional do interior com cores doces para as meninas (adoro o figurino 60’s da Lemon e principalmente da Anabeth) e a caracterização da Zoe é bem novaiorquina, do jeito que a gente gosta. Os homens são engomadinhos ou rústicos (ahhh, o Wade! Foto bônus pra vocês se convencerem abaixo).

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Curtiu? A Hart of Dixie, assim como Gossip Girl, é da CW e a exibição no Brasil é feita pelo canal fechado Glitz às quartas 21h. Estreou em 4 de julho de 2012 e está ainda na primeira temporada. Eu não tenho Glitz e prefiro ver a hora que eu quero, por isso baixo e assisto no computador.

Ainda sobre outras séries tenho que voltar a assistir Dexter e estou ansiosa para ver The Carrie Diaries (estreou dia 14/01) e The Following (estreia 21/01).

E você, me conta de suas séries favoritas?

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Democratização ou “orkutização”?

Hoje o M.E.C. ganha sua primeira colaboradora. O convite que fiz surgiu da vontade de trazer pra cá mais reflexões bacanas sobre moda e tudo que pode envolvê-la. Como ainda não tenho tempo nem pra respirar, convidei uma pessoa ótima para escrever aqui para vocês. Nas palavras da própria:

“Meu nome é Nathália (mas podem me chamar de Nath), completei 20 primaveras, sou estudante de Ciências Sociais e partilho com a Tetê da paixão por moda, arte e cultura. Semanalmente, estarei por aqui falando um pouco de tudo!”

Sem mais delongas, deixo vocês nas (boas) mãos dela. Espero que gostem tanto quanto eu!

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Olá, pessoas!

Pensando no que escreveria em meu primeiro post, decidi falar de um tema no mínimo polêmico e que tem sido muito discutido nos últimos tempos: a suposta “orkutização” de artigos de luxo, antes tidos como distintivos da classe média alta. Digo suposta porque tem, de fato, dividido opiniões. Há poucos dias me envolvi em uma discussão exatamente sobre a popularização de artigos como as bolsas Louis Vuitton e os relógios Michael Kors.

Percebe-se que o acesso dos brasileiros a produtos de luxo têm sido cada vez maior, mas isso é exatamente um reflexo do (bom) momento que a sociedade brasileira está atravessando. Cada vez mais pessoas saem às ruas com suas Speedy a tiracolo ou com moletons Abercrombie. E a quantidade de mulheres que passaram a ter condições de comprar um batom MAC? Difícil mensurar…

A grande questão é que muitas pessoas enxergam essa democratização do acesso como uma diminuição do prestígio do produto. Para muitos, o valor do produto reside exatamente no fato de que poucos também o usam. Leio muitos blogs, e em muitos deles vejo que muitas meninas se sentem incomodadas em verem seus relógios Michael Kors sendo utilizados por pessoas provenientes de classes com menor poder de compra.

Não vejo problema nenhum no fato de cada vez mais brasileiros terem condições de ir ao exterior e fazer compras por lá. Pelo contrário, acredito que esse é um indicador bem claro de que estamos no caminho certo. O que me entristece é perceber que muitos ainda acreditam que consumir moda, arte e luxo ainda é um privilégio de quem tem dinheiro, e que esse privilégio deve sim ser preservado e utilizado como distintivo, como se a moda de maneira geral fosse um círculo fechado do qual apenas as pessoas capazes de comprar as Balenciagas mais caras e as Chanel de alças de corrente originais pudessem fazer parte.

Felizmente, acredito que esse discurso tende a cair em desuso num futuro próximo, já que artigos de luxo como bolsas, sapatos, perfumes, relógios etc. de marcas famosas e caras caíram no gosto do povo e viraram sinônimo de investimento. Até mesmo o fato de os blogs de moda e beleza serem cada vez mais acessados pelo grande público indica esse avanço, não é mesmo? Além disso, exclusividade é questão de estilo: ter uma bolsa ou um relógio de uma marca específica não pressupõe exclusividade, mas o modo com que a pessoa usa, sim!

E vocês, o que acham dessa “polêmica”?

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Ps.: da Tetê -> E aí, gostaram???? Nath divide uma opinião igual a minha sobre esse assunto. Sempre enfatizei a importância do estilo próprio como identificador pessoal por aqui, né? Para quem não viu, fiz um post sobre esse assunto ano passado, leia aqui. Tem mais reflexões minhas antigas na Categoria “Conceito: moda”.

Para inspirar… fazendo campanha!

 

Todas as temporadas são (quase) sempre assim. As grandes marcas desfilam, divulgam seus conceitos para aquela estação e pouca gente entende alguma coisa. Não é? Mas logo depois vêm as campanhas. Verdadeiras super produções incríveis que traduzem aqueles conceitos todos e as produções da passarela para imagens lindas. Aí fica fácil, fácil!

Imagem é uma coisa tão sensível, consegue nos passar tanta coisa. São cores, lugares, luzes, poses, expressões da modelo tudo formando um conjunto que tenta comunicar para os consumidores o que realmente tal marca quer dizer nessa estação. O que inspirou, que mulher é essa que eles querem vestir e transformar. Por isso eu acho que ver imagens, como eu sempre posto aqui, de street style é ótimo para o dia a dia. Mas para rebuscar mais a nossa inspiração é bom ver o olhar de quem produz moda também. A lógica da indústria criativa por traz de uma simples peça de roupa e dos sentimentos de cada estação.

Por isso eu trouxe algumas imagens ícones de campanhas do verão 2012, aqui e lá de fora, que dão bem o tom do que está acontecendo na moda no nosso verão e no que vai aparecer ainda no Hemisfério Norte. Se divirtam e se demorem para captar cada mensagem das imagens lindas e, principalmente, cheias de emoções e personalidades criadas especialmente para nós, consumidoras de moda.

 

A modelo transexual Lea T. para Blue Man

 

A leveza da moda Cantão em meio à frieza do concreto.

 

A incrível falta de clichês na Chanel e suas “esportistas” bailarinas.

 

O impacto luxuoso, cool e quase arrogante da sempre elegante Fendi.

 

A feminilidade falsamente ingênua, chique e apurada da Max Mara.

 

A modernidade, dura, rústica e altamente sedutora da Osklen.

 

O tropicalismo explícito, mas elegantemente leve da internacional Rosa Chá.

 

O romance nostálgico, duro e cheio de texturas da Valentino. 

 

Chanel e Valentino disputam meu coração fashionista nesse momento. Que campanhas LINDAS.

Gostaram?

 

E lembrando: quem ainda não se inscreveu no sorteio para ganhar um blush e um batom da Natura Faces Neon, é só até amanhã viu??? Clica aqui!

 

beijo. beijo.

Coisa de Homem: do rock, os rockeiros.

Tá… nem tão rockeiros assim. O festival de música Eclético in Rio teve um pouco de tudo, inclusive Rock. Depois do frenesi provocado pelo evento, vamos aproveitar do extenso conteúdo que este construiu. Eu aqui, vou de imagens.

Os rapazes estavam desprestigiados neste blog e por isso um post de retorno com bastante informação. Nada melhor do que um artista com a emoção do Rock in Rio para liberar umas boas inspirações para as mentes monótonas do dia a dia. Feito o convite então: vai, dá uma ousadinha nesse visual rapaz!

Alguns estilos no RiR:

Arnaldo Antunes: faz o estilo alternativo pop debochado intelectual. Adoro ele, totalmente foda. Ele tem uma consciência linda de sua personalidade e obra musical e sabe compor maravilhosamente tudo isso com seu visual de palco.

Lenny Kravitz: pop pseudo cult estiloso que se acha. Mas ele tem direito, porque nele esse jeitão faz todo sentido. Se você achar que tem também e gostar de umas roupas mais largadas, ele sempre usa lenços e echarpes que ficam ótimas, pele à mostra em regatas e camisetas de golas cavadas. Enfim… tem que ter corpo, umas tatuagens também cairiam bem e uma atitude sexy despojada.

Chris Martin: aaaah… o Chris Martin. O vocalista do Coldplay exala uma áurea difícil de explicar. Uma coisa despretensiosa, que não tá nem aí, mas tem também uma coisa cult e uma rigidez, uma doçura no jeito de olhar. O minino é complexo e isso é muito bom. O visual transpassa muito isso. No show a roupa tinha uma onda militar, com camiseta mais podrinha e os instrumentos com interferências gráficas e escritos compunham a cena. Parece também com a sua música, ele parece sentir intensamente cada segundo do show.

Dá para inspirar fácil. E se você fizer isso com o que você faz e vive? Misturar um pouco da confusão da sua cabeça e dos seus sentimentos no seu jeito de agir e se expressar. Vai dar rock.

(Para meninas: pára, respira… 1,23 e) Adam Levine: sexy appeal debochado cool. Ele faz uma cena, faz uma cara, uma dancinha. Tem total controle do efeito que sua imagem causa nas fãs e isso não diminui em nada o talento e a qualidade do som. Bom né? Para inspirar em Adam tem que ter muito mais que aquele corpo mignon e barriga sarada pra usar calça skinny e baby look.  Tem que ter conteúdo, carisma, autoconfiança de sobra e investir muito no personagem.

Sergio Vallin: me acho gostoso, tenho cara de mau e toco bem. uahuah Muito comum esse estilo e quando bem usado até dá certo. Caso do guitarrista do Maná. O engraçado dessa banda é o tipo de música e a cara dos músicos. Sergio não tem cara de que toca “Como quisiera poder vivir sin aire”. Por isso atrás dessa carcaça toda aí de cafajeste pegador, ele deve ser um romântico apaixonado. E isso faz um sucessinho com muita mulher.

Como não vai dar pra eu dissecar cada um deles, abaixo um compilado de imagens semidescritas:

James Valentine: nerd boyfriend tímido fofo.

Jorge Drexler: latino certinho romântico cool (não dá pra ver, mas ele estava com um Nike verde-limão botinha, no tornozelo)

David Fonseca: quero ser um músico estiloso e descolado, mas  sou sério.

Agora chega né? Já deu pra entender que tudo vem de dentro. O estilo, principalmente para um artista, é uma mistura daquilo que se é, daquilo que se gostaria de ser e daquilo que os outros querem ver. Não no sentido de vestir o que sua namorada quer, mas nós criamos expectativas em relação ao nosso comportamento que devem seguir uma certa coerência de personalidade, até mesmo quando a gente faz uma mudança radical.

No fundo todo rockeiro gosta de fazer cara de mal, tem vontade de parecer super cool e cafajeste, mas na verdade tem o coração mole e uma vontade louca de amar. Por isso esse ritmo é tão incrível e multifacetado.

Obs.: todas as imagens são do flikr do Rock in Rio, que está muito legal inclusive.

Para inspirar… trabalhando com cores.

Inspirada pela minha calça social difícil, resolvi postar umas imagens (nada)formais. Se todos os escritórios tivessem mulheres vestidas assim e não de preto de cima a baixo, o mundo seria mas feliz. Ei você, mocinha do trabalho formal, colora sua vida!

 

 

Porque seriedade e competência não tem nada a ver com o seu estilo, copiou?

 

beijo.

Conceito: moda -> quer colaborar?

Cheirinho de novidade no ar. Daquelas que você cruza todos os dedinhos para dar certo. O negócio é o seguinte: o Moda Esporte Clube quer realizar um editorial bimestralmente para o blog  e os nossos leitores.  Para esse projeto acontecer é preciso que várias pessoas acreditem na ideia e queiram colaborar. Várias cabeças diferentes, com ideias e contextos distintos para produzir imagens e conteúdo de moda, sempre lembrando que a moda é reflexo da sociedade.

É por isso que eu convido, QUER COLABORAR?

Fotógrafos

Marcas e lojas de roupas, acessórios e sapatos

Maquiador e cabelereiro

Designer gráfico

Produtor de moda

Eu faria a produção executiva e styling (em conjunto com mais uma pessoa). Ninguém precisa já ter trabalhado com moda/editorial, mas precisa querer fazer parte do projeto e ter vontade de se divertir fazendo algo muito legal. É para quem acredita em uma moda livre, sem amarras que respeita os indivíduos por quem eles são.

Para se candidatar ou pedir mais informações: modaesporteclube@gmail.com

Divulga aÊ pra todo mundo que você conhece!

Coisa de homem: e tendência, pra homem tem também?

Tem sim. E das boas.

Em menos quantidade claro, visto que os hábitos dos rapazes são menos vorazes que o desejo feminino pelo novo. O que vão ser apresentadas aqui são as novidades apontadas nas passarelas brasileiras para o inverno 2011. A moda masculina nacional tem ganhado bons expoentes criadores nos últimos tempos, todos com uma pegada mais jovem. Não se deve nada nesse segmento para a Semana de Moda de Milão. Mas moda madura e alfaiataria ainda tem pouca gente fazendo e quase não desfilam nas nossas principais semanas de moda. Talvez porque nossos homens acima dos 30 sejam tão quadrados e caretas, diferentemente do que se vê na europa, principalmente na Itália.

Nos últimos desfiles de inverno alguns detalhes apareceram em praticamente todos os desfiles e representam as tais tendências. Já chegaram nas lojas, mas em versões bem mais simplificadas e bastante usáveis até pelos nada corajosos. Vamos ver aqui hoje e nas próximas semanas – pra não ficar gigante – as mais importantes:

4 padronagens + cores + mil misturas

Desconstrução da alfaiataria + o novo casual

a silhueta + o novo jeans

E para começar: tricô + lã 

É a hora e a vez das roupas de tricô, com destaque para os de pontos grandes. As peças mais recorrentes são cardigãs, casacos compridos, suéteres e cachecóis.

Amapô – British Colony – João Pimenta

Reserva – Redley

A lã fria – ótima para os climas tropicais – vem principalmente em tecido plano, alguns de fios finos e elegantes na alfaiataria, outros mais grosseiros, flanelados e de aparência despojada. Podem usar em  blazers, calças, coletes, casacos, bermudas…

Alexandre Herchcovitch – Amapô – João Pimenta

Osklen – R. Groove

Se algum de vocês interessar-se por saber mais sobre tendências masculinas, esse texto é de 2007 mas ainda está super atual: Oficina de Estilo.

Conceito: moda -> publicidade ou jornalismo?

Estava na aula sexta passada e parei para pensar pela primeira vez em algo tão importante que fiquei assustada de não ter visto profundamente isso antes.

Se você parar para pensar na forma como a maior parte da publicidade de moda é feita vai logo lembrar de imagens lindas com a marca e no máximo um slogan, certo? Pois é… a publicidade, que é tão imperativa na maior parte dos segmentos, pronuncia-se na moda através de conceitos, estilos de vida, características de personalidade. São imagens que traduzem todo um sentimento de marca e, é muito menos sobre roupas, lojas, promoções etc. São criados desejos simbólicos que passam ao consumidor a vontade de possuir uma marca e não uma ou outra peça específica.

Mas se a moda é um segmento caracterizado pelo consumo constante, onde fica o imperativo disso tudo? Como são guiados os consumos específicos, de tendências por exemplo? No composto midiático. Quem te fala que você tem que comprar isso ou aquilo, quem cria o status sobre determinadas peças, quem executa efetivamente o poder de persuasão são as revistas, sites, blogs… E eu aprendi nessa aula uma coisa muito legal, esse jeito de tratar a moda não é considerado jornalismo de moda e sim diversional, de entretenimento e conteúdo pouco reflexivo.

O que eu quero com isso tudo é dizer que a gente não deve levar essa avalanche de informações tão a sério e avaliarmos melhor o conteúdo que escolhemos apreender. Procurar entender a moda pelo que ela é e não pelo que se deve comprar. Só assim é possível diferenciar o gosto que se tem e o estilo que faz parte da gente e não o um que já existe e foi disseminado à exaustão quase como uma regra. Consumir moda deve ser algo extremamente pessoal.

 

Que vocês acham disso tudo?

Obs.: fiquei com tanto medo de ser diversional, mas acho que não né? auhauh =/